Ecos Do Ão - Lenine, jongui

Ecos Do Ão - Lenine, jongui

  • Anno di rilascio: 2008
  • Lingua: portoghese
  • Durata: 4:06

Di seguito il testo della canzone Ecos Do Ão , artista - Lenine, jongui con traduzione

Testo " Ecos Do Ão "

Testo originale con traduzione

Ecos Do Ão

Lenine, jongui

Testo originale

Rebenta na Febem rebelião

Um vem com um refém e um facão

A mãe aflita grita logo: não!

E gruda as mãos na grade do portão

Aqui no caos total do cu do mundo cão

Tal a pobreza, tal a podridão

Que assim nosso destino e direção

São um enigma, uma interrogação

Ecos do ão

E, se nos cabe apenas decepção

Colapso, lapso, rapto, corrupção?

E mais desgraça, mais degradação?

Concentração, má distribuição?

Então a nossa contribuição

Não é senão canção, consolação?

Não haverá então mais solução?

Não, não, não, não, não

Ecos do ão

Ecos do ão

Pra transcender a densa dimensão

Da mágoa imensa então, somente então

Passar além da dor da condição

De inferno e céu nossa contradição

Nós temos que fazer com precisão

Entre projeto e sonho a distinção

Para sonhar enfim sem ilusão

O sonho luminoso da razão

Ecos do ão

E se nos cabe só humilhação

Impossibilidade de ascensão

Um sentimento de desilusão

E fantasias de compensação

E é só ruina, tudo em construção

E a vasta selva, só devastação

Não haverá então mais salvação?

Não, não, não, não, não

Ecos do ão

Ecos do ão

Porque não somos só intuição

Nem só pé-de-chinelo, pé no chão

Nós temos violência e perversão

Mas temos o talento e a invenção

Desejos de beleza em profusão

Ideias na cabeça, coração

A singeleza e a sofisticação

O choro, a bossa, o samba e o violão

Ecos do ão

Mas, se nós temos planos, e eles são

O fim da fome e da difamação

Por que não pô-los logo em ação?

Tal seja agora a inauguração

Da nova nossa civilização

Tão singular igual ao nosso ão

E sejam belos, livres, luminosos

Os nossos sonhos de nação

Ecos do ão

Ecos do ão

Traduzione del brano

Scoppia nella ribellione di Febem

Uno arriva con un ostaggio e un machete

La madre angosciata grida subito: no!

E incolla le sue mani alla griglia del cancello

Qui nel caos totale del mondo dei cani

Tale povertà, tale marciume

In modo che il nostro destino e la direzione

Sono un indovinello, un punto interrogativo

echi dell'ão

E, se è solo delusione

Crollo, fallimento, rapimento, corruzione?

E più disgrazia, più degrado?

Concentrazione, cattiva distribuzione?

Quindi il nostro contributo

Non è che canzone, consolazione?

Non ci saranno più soluzioni allora?

No no no no no

echi dell'ão

echi dell'ão

Per trascendere la dimensione densa

Dell'immenso dolore allora, solo allora

Andando oltre la condizione del dolore

Dall'inferno e dal paradiso la nostra contraddizione

Dobbiamo farlo con precisione

Tra progetto e sogno la distinzione

Per sognare finalmente senza illusioni

Il luminoso sogno della ragione

echi dell'ão

E se per noi fosse solo umiliazione

Impossibilità dell'Ascensione

Una sensazione di disillusione

E costumi di compensazione

Ed è solo rovina, tutto in costruzione

E la vasta giungla, solo devastazione

Non ci sarà più salvezza allora?

No no no no no

echi dell'ão

echi dell'ão

Perché non siamo solo intuizioni

Non solo infradito, piedi per terra

Abbiamo violenza e perversione

Ma abbiamo il talento e l'invenzione

Desideri di bellezza a profusione

Idee nella testa, nel cuore

La semplicità e la raffinatezza

O choro, abossa, samba e la chitarra

echi dell'ão

Ma se abbiamo dei piani, e lo sono

La fine della fame e della diffamazione

Perché non metterli subito in azione?

Tale è l'inaugurazione adesso

Dalla nostra nuova civiltà

Così unico come il nostro ão

E sii bella, libera, luminosa

La nostra nazione sogna

echi dell'ão

echi dell'ão

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